Logo que se formou, Paulo Bruno foi trabalhar no já extinto IBC (Instituto Brasileiro do Café). Ele cuidou da implementação e do manejo de muitas fazendas de café em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Desse trabalho, surgiu o sonho de possuir o próprio cafezal. Sonho esse que só pôde ser realizado alguns anos depois, coincidindo com o nascimento de sua segunda filha, a Roberta.
Nas palavras da Roberta ao falar do cafezal: “Nascemos e crescemos juntos. Brinco que somos irmãos, pois dividimos a atenção, cuidado e amor do mesmo pai.”
A lavoura foi implementada no topo da montanha, cercada por matas naturais, com exposição para o norte. Mesmo utilizando apenas uma porção do sítio para plantar café, Paulo projetou uma lavoura com ótimo aproveitamento de área. São 24 mil pés distribuídos em 2,4 Ha. A Roberta auxilia seu pai no beneficiamento do café e é a mestre de torras do Café Panorama.
No retorno do café da Roberta, temos um Catuaí Amarelo natural colhido por derriça sobre o pano e seco em terreiro de sombrite. Foram produzidas 2,5 sacas deste lote com peneira 16 acima.
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